Jogos de festa que se jogam com microfone
Todo jogo de festa quer sua atenção. Estes querem sua voz.
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Dava pra jogar a maioria dos jogos de festa com o som desligado. Existe uma prateleirinha deles que não seria nada sem microfone — em que o mic não é um acessório pra zoar, e sim o próprio controle. O que o microfone realmente FAZ varia mais do que você imagina, e é a forma útil de separar esses jogos.
Os três papéis que um microfone pode ter
- —Execução — sua voz É o conteúdo. Jogos de dublagem e de imitação: você redubla uma cena ou imita um personagem, e a gravação é aquilo que todo mundo veio ouvir.
- —Medição — o jogo pontua o som em si. Os jurados de computador do The Choicer Voicer, o modo ranqueado do PartyDub e o Mimic, seu modo de imitação, funcionam todos assim: o microfone alimenta uma comparação, não só um alto-falante.
- —Conversa — o mic é só o jeito de falar enquanto o jogo de verdade acontece numa tela compartilhada. É aqui que vive a maioria dos jogos de festa com chat de voz; o microfone é acessório e o jogo sobreviveria sem ele.
Se um jogo está nesta página, o microfone dele faz uma das duas primeiras coisas. Um jogo em que o mic é só chat é um jogo de festa por cima do qual você acaba conversando — ótima coisa, mas outra prateleira.
Os que rodam de graça no navegador
Sem instalar, sem console, uma aba pra cada um. O PartyDub — nosso — roda salas por um código de seis caracteres: o anfitrião traz qualquer clipe, os convidados não precisam de conta, todo mundo redubla a mesma cena no escuro, e o ranqueado pontua as execuções por medição se você quiser um veredito. O modo Mimic dele é a versão rápida: ninguém traz clipe, todo mundo imita o mesmo som curto ao mesmo tempo e cada gravação recebe uma nota de 0 a 100. O Voxalike toca pacotes feitos pela comunidade numa aba. Os pagos querem instalação antes: What The Dub?! e RiffTrax: The Game na Steam ou em console, e The Choicer Voicer no Windows ou Linux pelo itch.io.
O que um microfone melhor muda — e o que não muda
Menos do que o marketing diz. Todo jogo do gênero que mede normaliza seu registro e seu ganho pra fora da pontuação, então microfone de celular e microfone de estúdio competem de igual pra igual. O que importa mesmo é consistência: o que afunda um take é atraso e dispersão, não fidelidade. Se suas falas continuam caindo atrasadas, o culpado quase sempre é fone Bluetooth — umas duas centenas de milissegundos de atraso que você não sente até a reprodução provar — e um par com fio de dez dólares é de longe a maior melhoria que existe. O guia de latência neste blog tem os detalhes.
Montando uma sala que funciona
- —Fone de ouvido, qualquer um. Caixa de som apontada pra um microfone aberto é como uma revelação vira microfonia.
- —Uma sala mais ou menos silenciosa ajuda quem está se apresentando, não a nota — os jogos medem formato, não silêncio.
- —Celular serve bem. Um navegador de celular, o microfone embutido dele e um código de seis caracteres já é um setup completo.
A barreira desse gênero nunca foi o microfone — você já carrega um. Era achar um jogo que trate sua voz como o controle em vez de como o comentário.
Abra uma sala
Grátis, no navegador, e os outros jogadores entram com um código de seis caracteres — sem conta, sem instalar nada. Você traz o clipe; ele nunca passa pelos nossos servidores.
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